Projeções do Focus e fala de Powell: o que move os mercados nesta segunda

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A balança comercial de novembro também será divulgada na quinta. O Itaú BBA prevê um superávit de US$ 5,5 bilhões, abaixo do superávit de US$ 6,9 bilhões registrado em novembro de 2024.

Antes disso, na terça-feira, será divulgada a produção industrial de outubro, para a qual a instituição também espera alta de 0,3%. Durante a semana, podem ainda sair os dados de novembro sobre licenciamento de veículos, da Fenabrave, e produção de veículos, da Anfavea.

Noticiário político estará no radar

Em Brasília, o Senado será um dos principais polos de atenção. A Comissão de Assuntos Econômicos votará na quinta-feira o Projeto de Lei 5473/2025, que agora prevê um aumento gradual de impostos para fintechs e operadoras de apostas, com implementação completa até 2028. O texto revisado também endurece mecanismos de fiscalização contra plataformas ilegais de jogos de azar.

Além disso, eleva o imposto sobre Juros sobre Capital Próprio de 15% para 17,5% e adia para abril de 2026 o prazo para aprovação da distribuição de dividendos sem adicional de 10%.

Na área de segurança pública, o Projeto de Lei Antifacções, aprovado na Câmara, segue para análise dos senadores. Em paralelo, o Congresso continua examinando vetos presidenciais e medidas orçamentárias suplementares, enquanto avançam as articulações políticas em torno do indicado ao Supremo Tribunal Federal, cuja sabatina está marcada para 10 de dezembro.

Estados Unidos tem agenda mais quente na semana

Nos Estados Unidos, a agenda também ganha intensidade nos próximos dias.

Com atraso na compilação de dados oficiais, por conta do shutdown, o relatório de emprego privado ADP de novembro ganha mais relevância e será divulgado na quarta-feira, junto a produção industrial de setembro nos EUA.

Na quinta-feira (4), serão conhecidos o número de demissões no setor privado dos EUA, medido pela Challenger.

Por fim, na sexta, serão publicados os dados do índice PCE de setembro, indicador de inflação preferido do Federal Reserve (Fed), e a prévia da confiança do consumidor de dezembro, medida pela Universidade de Michigan.

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